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Vida de São João Bosco e Santa Marcela (31 de janeiro)

  • 31 de jan.
  • 11 min de leitura




Fotografia de Dom Bosco, Turim (1880)
Fotografia de Dom Bosco, Turim (1880)

“Em sua vida, o sobrenatural tornou-se quase natural e o extraordinário, ordinário”. Tais foram as palavras que o Papa Pio XI disse sobre Dom Bosco.


João Melchior nasceu em 1815 e era o menor dos filhos de um camponês piemontês. Seu pai morreu quando João tinha apenas dois anos. Sua mãe, mulher santa e laboriosa, que teve de lutar muito para criar os filhos, encarregou-se de sua educação. Aos nove anos de idade, um sonho que o menino jamais esqueceu revelou-lhe sua vocação. Mais tarde, em todos os períodos críticos de sua vida, uma visão do céu sempre lhe indicou o caminho que devia seguir. Naquele primeiro sonho, viu-se rodeado por uma multidão de meninos que brigavam entre si e blasfemavam; João Bosco tentou fazer a paz, primeiro com exortações e depois com os punhos. Subitamente apareceu uma mulher misteriosa que lhe disse: “Não, não; é pelo amor que deves conquistá-los! Toma teu cajado de pastor e guia tuas ovelhas”. Quando a senhora pronunciou essas palavras, os meninos transformaram-se primeiro em feras e depois em ovelhas. O sonho terminou, mas desde então João Bosco compreendeu que sua vocação era ajudar os meninos pobres e começou imediatamente a ensinar o catecismo e a levar os garotos de sua aldeia à igreja. Para conquistá-los, costumava realizar diante deles todo tipo de acrobacias, nas quais se tornou muito hábil. Certa manhã de domingo, um acrobata ambulante apresentou um espetáculo público e os meninos deixaram de ir à igreja; João Bosco desafiou o acrobata em seu próprio terreno, saiu vencedor e conduziu triunfantemente os meninos à Missa. Durante as semanas em que viveu com uma tia que trabalhava na casa de um sacerdote, João Bosco aprendeu a ler. Tinha grande desejo de ser sacerdote, mas teve de vencer numerosas dificuldades antes de iniciar seus estudos. Aos dezesseis anos, ingressou finalmente no seminário de Chieri e era tão pobre que precisava mendigar para conseguir o dinheiro e as roupas indispensáveis. O prefeito do povoado lhe deu o chapéu, o pároco a jaqueta, um dos paroquianos o casaco e outro um par de sapatos. Depois de receber o diaconato, João Bosco passou ao seminário maior de Turim e ali começou, com a aprovação de seus superiores, a reunir aos domingos um grupo de meninos e rapazes abandonados da cidade.


Representação de São João Bosco como um pequeno pregador repetindo o sermão dominical
Representação de São João Bosco como um pequeno pregador repetindo o sermão dominical

São José Cafasso, pároco da igreja anexa ao seminário maior de Turim, confirmou João Bosco em sua vocação, explicando-lhe que Deus não queria que ele fosse para as missões estrangeiras: “Desfaça as malas — disse-lhe — e continue seu trabalho com os meninos abandonados. Isso, e não outra coisa, é o que Deus quer de você”. O próprio Dom Cafasso pôs João Bosco em contato com os ricos que podiam ajudá-lo com esmolas para sua obra e mostrou-lhe as prisões e os bairros miseráveis onde encontraria clientes suficientes para empregar os donativos dos ricos.


O primeiro cargo que Dom Bosco ocupou foi o de capelão auxiliar em uma casa de refúgio para moças, fundada pela marquesa de Barolo, a rica e caridosa senhora que socorreu Silvio Pellico quando este saiu da prisão. Aos domingos, Dom Bosco não tinha obrigações e podia dedicar-se a seus meninos, aos quais consagrava o dia inteiro em uma espécie de escola e centro de recreação, que chamou de “Oratório Festivo”. Mas logo a marquesa lhe negou permissão para reunir os meninos em suas propriedades, porque faziam barulho e estragavam as flores. Durante um ano, Dom Bosco e seus meninos andaram de “Herodes a Pilatos”, pois ninguém queria acolher aquele pequeno exército de mais de cem garotos turbulentos. Quando Dom Bosco conseguiu finalmente alugar um velho celeiro e tudo começava a se organizar, a marquesa, que apesar de sua generosidade tinha algo de autocrata, exigiu que ele escolhesse entre ficar com seus meninos ou manter seu cargo no refúgio para moças. O santo escolheu os meninos.


Nesses momentos críticos, foi acometido por uma pneumonia cujas complicações quase lhe custaram a vida. Assim que se restabeleceu, foi morar em quartos miseráveis de seu novo oratório, acompanhado de sua mãe, e ali se dedicou de corpo e alma a consolidar e ampliar sua obra. Deu forma definitiva a uma escola noturna inaugurada no ano anterior e, como o oratório estava superlotado, abriu outros dois centros em diferentes bairros de Turim. Na mesma época, começou a dar abrigo a meninos abandonados. Em pouco tempo, já havia trinta ou quarenta garotos, a maioria aprendizes, vivendo com Dom Bosco e sua mãe no bairro de Valdocco. Os meninos chamavam a mãe de Dom Bosco de “Mamãe Margarida”. Mas Dom Bosco logo percebeu que todo o bem que fazia a seus meninos se perdia por causa das más influências externas e decidiu construir seus próprios ateliês de aprendizagem. Os dois primeiros, o de sapateiros e o de alfaiates, foram inaugurados em 1853.


Fotografia de Dom Bosco (1887)
Fotografia de Dom Bosco (1887)

O passo seguinte foi construir uma igreja, dedicada a São Francisco de Sales. Depois veio a construção de uma casa para a enorme família. O dinheiro não faltava, às vezes por verdadeiro milagre. Dom Bosco distinguia dois grupos entre seus meninos: o dos aprendizes e o dos que davam sinais de possível vocação sacerdotal. No início, frequentavam as escolas do povoado; mas com o tempo, quando os recursos se tornaram suficientes, Dom Bosco instituiu cursos técnicos e de primeiras letras no oratório. Em 1856, já havia 150 internos, quatro oficinas, uma tipografia, quatro classes de latim e dez sacerdotes. Os externos eram 500.


Com seu extraordinário dom de simpatia e de ler os corações, Dom Bosco exercia influência ilimitada sobre seus meninos, de modo que podia governá-los com aparente indulgência e sem castigos, para grande escândalo dos educadores de seu tempo. Além desse trabalho, Dom Bosco era assediado por pedidos para pregar; a fama de sua eloquência havia se espalhado enormemente em razão dos milagres e curas obtidos por sua intercessão. Outra forma de atividade que exerceu durante muitos anos foi a escrita de livros de leitura popular, pois estava convencido da influência da leitura. Algumas vezes tratava-se de obras de apologética, outras de livros de história, educação ou séries de leituras católicas. Esse trabalho lhe roubava grande parte da noite e, por fim, teve de abandoná-lo, pois sua visão começou a enfraquecer.


O maior problema de Dom Bosco, durante muito tempo, foi encontrar colaboradores. Muitos jovens sacerdotes entusiastas ofereciam seus serviços, mas acabavam desistindo, fosse porque não conseguiam dominar os métodos impostos por Dom Bosco, fosse por falta de paciência para suportar as travessuras daquele bando de meninos mal-educados e frequentemente viciosos, ou porque se escandalizavam ao ver o santo lançar-se à construção de escolas e oficinas sem dispor de um único centavo. Houve até alguns que se ofenderam porque Dom Bosco não transformava o oratório em um clube político para promover a causa da “Jovem Itália”. Em 1850, restava-lhe apenas um colaborador, e isso o levou a formar ele mesmo seus futuros auxiliares. Foi assim que São Domingos Sávio ingressou no oratório, em 1854.


Por outra parte, Dom Bosco havia acalentado sempre a ideia, mais ou menos vaga, de fundar uma congregação religiosa. Depois de alguns reveses, conseguiu por fim formar um pequeno núcleo.


“Na noite de 26 de janeiro de 1854 — escreve um dos testemunhos — reunimo-nos no quarto de Dom Bosco. Estavam ali, além disso, Cagliero, Rocchetti, Artiglia e Rua. Chegamos à conclusão de que, com a ajuda de Deus, iríamos entrar num período de trabalhos práticos de caridade para ajudar o próximo. Ao fim desse período, estaríamos livres para nos ligarmos por uma promessa, que mais tarde poderia transformar-se em voto. Desde aquela noite receberam o nome de Salesianos todos os que se consagraram a tal forma de apostolado”.


São João Bosco com os jovens
São João Bosco com os jovens

Naturalmente, o nome provinha do grande bispo de Genebra. O momento não parecia muito oportuno para fundar uma nova congregação, pois o Piemonte nunca havia sido tão anticlerical como então. Os jesuítas e as Damas do Sagrado Coração tinham sido expulsos; muitos conventos haviam sido suprimidos e, todos os dias, publicavam-se novas leis que cerceavam os direitos das ordens religiosas. Contudo, foi o ministro Rattazzi, um dos que mais participaram dessa legislação, quem um dia instou Dom Bosco a fundar uma congregação para perpetuar sua obra e lhe prometeu seu apoio junto ao rei.


Em dezembro de 1859, Dom Bosco e seus vinte e dois companheiros decidiram finalmente organizar a congregação, cujas regras haviam sido aprovadas por Pio IX. Mas a aprovação definitiva só chegou quinze anos depois, juntamente com a permissão de ordenação para os candidatos do momento. A nova congregação cresceu rapidamente: em 1863 havia trinta e nove salesianos; à morte do fundador, já eram 768, e atualmente contam-se aos milhares e estão estabelecidos em todo o mundo. Dom Bosco realizou um de seus sonhos ao enviar seus primeiros missionários à Patagônia. Pouco a pouco, os Salesianos estenderam-se por toda a América do Sul. Quando São João Bosco morreu, a congregação tinha vinte e seis casas no Novo Mundo e trinta e oito na Europa. As instituições salesianas atualmente compreendem escolas de ensino primário e secundário, seminários, escolas para adultos, escolas técnicas e agrícolas, oficinas de tipografia e livraria, hospitais, etc., sem omitir as missões estrangeiras e o trabalho pastoral.


São João Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora, por Paolo Giovanni Crida
São João Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora, por Paolo Giovanni Crida

O passo seguinte de Dom Bosco foi a fundação de uma congregação feminina, encarregada de fazer pelas meninas o que os Salesianos faziam pelos meninos. A congregação foi inaugurada em 1872, com a tomada de hábito de vinte e sete jovens, às quais o santo deu o nome de Filhas de Nossa Senhora Auxiliadora dos Cristãos. A nova comunidade desenvolveu-se quase tão rapidamente quanto a anterior e empreendeu, além de outras atividades, a criação de escolas de ensino primário na Itália, no Brasil, na Argentina e em outros países. Para completar sua obra, Dom Bosco organizou seus numerosos colaboradores externos numa espécie de terceira ordem, à qual deu o título de Cooperadores Salesianos. Tratava-se de homens e mulheres de todas as classes sociais, que se comprometiam a ajudar de alguma forma os educadores salesianos.


O sonho ou visão que Dom Bosco teve na juventude marcou toda a sua atividade posterior com os meninos. Todo o mundo sabe que, para trabalhar com crianças, é preciso amá-las; mas o importante é que esse amor se manifeste de forma compreensível para elas. Ora, no caso de Dom Bosco, o amor era evidente, e foi esse amor que o ajudou a formar suas ideias sobre o castigo, numa época em que ninguém punha em dúvida as mais grosseiras superstições a esse respeito. Os métodos de Dom Bosco consistiam em desenvolver o senso de responsabilidade, suprimir as ocasiões de desobediência, saber apreciar os esforços dos meninos e cultivar uma grande amizade. Em 1877 escrevia:


“Não me lembro de ter empregado jamais um castigo propriamente dito. Pela graça de Deus, sempre pude conseguir que os meninos observassem não só as regras, mas até mesmo os meus menores desejos”.


A essa qualidade, porém, unia-se a perfeita consciência do mal que um amor demasiado indulgente pode causar às crianças, e isso Dom Bosco repetia constantemente aos pais. Uma das imagens mais agradáveis evocadas pelo nome de Dom Bosco é a de suas excursões dominicais ao bosque, com uma revoada de garotos. O santo celebrava a Missa em alguma igrejinha do campo, comia e brincava com os meninos ao ar livre, dava-lhes uma aula de catecismo, e tudo terminava ao entardecer com o canto das vésperas, pois Dom Bosco acreditava firmemente nos efeitos benéficos da boa música.


O sonho das duas colunas, Dom bosco
O sonho das duas colunas de Dom bosco

O relato da vida de Dom Bosco ficaria incompleto se não mencionássemos sua obra como construtor de igrejas. A primeira que ergueu era pequena e logo se mostrou insuficiente para a congregação. O santo empreendeu então a construção de outra muito maior, que ficou concluída em 1868. A esta seguiu-se uma grande basílica em um dos bairros pobres de Turim, consagrada a São João Evangelista. O esforço para reunir os fundos necessários fora imenso; ao terminar a basílica, o santo não tinha um centavo e estava muito fatigado, mas seu trabalho ainda não havia terminado. Durante os últimos anos do pontificado de Pio IX, criara-se o projeto de construir em Roma uma igreja do Sagrado Coração, e o Papa havia fornecido o dinheiro necessário para a compra do terreno. O sucessor de Pio IX interessava-se pela obra tanto quanto seu predecessor, mas parecia impossível reunir os fundos para a construção.


“É uma pena que não possamos avançar” — disse o Papa ao terminar um consistório —. “A glória de Deus, a honra da Santa Sé e o bem espiritual de muitos fiéis estão comprometidos na empresa. E não vejo como poderemos levá-la adiante”.


“Eu posso sugerir um meio de fazê-lo” — disse o cardeal Alimonda.


“Qual?” — perguntou o Papa.


“Confiar o assunto a Dom Bosco”.


“E Dom Bosco estaria disposto a aceitar?”


“Eu o conheço bem” — replicou o cardeal —; “a simples manifestação do desejo de Vossa Santidade será para ele uma ordem”.


A tarefa foi proposta a Dom Bosco, que a aceitou imediatamente.


Quando já não pôde obter mais recursos na Itália, transferiu-se para a França, país onde nascera a devoção ao Sagrado Coração. Por toda parte as pessoas o aclamavam por sua santidade e seus milagres, e o dinheiro afluía. O futuro da construção da nova igreja já estava assegurado; mas, quando se aproximava a data da consagração, Dom Bosco repetia que, se ela se atrasasse muito, não estaria vivo para assistir a ela. A consagração da igreja teve lugar em 14 de maio de 1887, e São João Bosco ali celebrou a Missa pouco depois. Mas seus dias estavam contados. Dois anos antes, os médicos haviam declarado que o santo estava completamente esgotado e que a única solução era o repouso; porém, o descanso era desconhecido para Dom Bosco. No fim de 1887, suas forças começaram a declinar rapidamente; a morte sobreveio em 31 de janeiro de 1888, quando o dia mal começava, de modo que alguns autores escrevem, sem razão, que Dom Bosco morreu no dia seguinte à festa de São Francisco de Sales. Quarenta mil pessoas passaram diante de seu cadáver na igreja, e seus funerais foram uma espécie de marcha triunfal, pois toda a cidade de Turim saiu às ruas para honrar Dom Bosco pela última vez. Sua canonização ocorreu em 1934.


Fotografia de São Joao Bosco (sentado à direita) durante uma visita a Barcelona (1886)
Fotografia de São Joao Bosco (sentado à direita) durante uma visita a Barcelona (1886)

A vida de Dom Bosco, escrita em italiano por G. B. Lemoyne, teve enorme popularidade; mas a mais conhecida de todas é a de A. Auffray (1929). Existem em muitas línguas numerosos estudos e biografias. Entre as mais recentes contam-se as de D. Lathoud (1938), F. Feuillot (1943) e P. Cras, Fidèle histoire de St. Jean Bosco (1936); bem como as de H. Ghéon, O espírito de São João Bosco, Y. A. Forbes e H. L. Hughes. A obra de G. Bonetti, St. John Bosco's Early Apostolate (1934), é um estudo exaustivo dos primeiros vinte e cinco anos do sacerdócio do santo.1




São Jerônimo junto com seus discípulos Santa Paula, Santa Eustóquia e Santa Marcela, por Jan Hovaert
São Jerônimo junto com seus discípulos Santa Paula, Santa Eustóquia e Santa Marcela, por Jan Hovaert

São Jerônimo chama Santa Marcela de “a glória das matronas romanas”. Tendo perdido o esposo aos sete meses de matrimônio, Marcela rejeitou as propostas do cônsul Cerealis e decidiu imitar os ascetas do Oriente. Privou-se do vinho e da carne, consagrou seu tempo à leitura espiritual, à oração, às visitas às igrejas dos mártires, e jamais falava a sós com homem algum. Outras mulheres de nobre linhagem seguiram seu exemplo e colocaram-se sob sua direção, e Roma presenciou, em pouco tempo, a formação de várias comunidades desse tipo. Chegaram até nós dezesseis cartas de São Jerônimo a Santa Marcela, em resposta às perguntas que a santa lhe fazia; mas esta não se contentava em ouvir passivamente as respostas do Doutor da Igreja, antes discutia a fundo seus argumentos e até o repreendia por seu mau caráter. Quando os godos saquearam Roma, no ano 410, maltrataram Santa Marcela para que revelasse o lugar onde teria escondido seus supostos tesouros, que na realidade haviam passado, desde muito tempo antes, para as mãos dos pobres.


A santa não temia por si mesma, mas por sua discípula Principia (não sua filha, como alguns erradamente supuseram). Ajoelhando-se, pois, diante dos soldados, rogou-lhes que não lhe causassem dano algum. Deus moveu-os à compaixão, e conduziram as duas mulheres à igreja de São Paulo, na qual Alarico respeitava o direito de asilo. Santa Marcela morreu pouco tempo depois, nos braços de Principia, no fim de agosto do ano 410. O Martirológio Romano venera sua memória no dia de hoje.


Gravura de Santa Marcela implorando aos godos, por Diodore Rahoult (1886)
Gravura de Santa Marcela implorando aos godos, por Diodore Rahoult (1886)

Todos os dados que possuímos sobre Santa Marcela provêm praticamente das cartas de São Jerônimo, especialmente da de número 127, intitulada Ad Principiam virginem, sive Marcellae viduae epitaphium (Migne, PL., vol. XXII, col. 1087 ss.). Ver também Grützmacher, Hieronymus; eine biographische Studie, vol. I, pp. 225 ss.; vol. II, pp. 173 ss.; vol. III, pp. 195 ss.; Cavallera, Saint Jérôme (2 vols., 1922); e DBC., vol. III, p. 803.2



Referências:


1. Butler, Alban. Vida dos Santos, vol. 1, pp. 209-214.

2. Ibid. p. 216.



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O sofrimento de Jesus na Cruz nos ensina a suportar com paciência
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