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Jesus Nasceu no Dia 25 de Dezembro? Tudo Sobre A Natividade de Jesus Cristo




A Adoração dos Pastores, por Matthias Stom (1615–1649)
A Adoração dos Pastores, por Matthias Stom (1615–1649)

Quando se cumpriram os acontecimentos que deviam preceder o advento do Messias, de acordo com os vaticínios dos antigos profetas, Jesus chamado o Cristo, Filho do Deus eterno, encarnou-se no seio da Virgem Maria e, feito homem, nasceu dela para a redenção da humanidade. Desde a queda de nossos primeiros pais, a sábia e misericordiosa providência de Deus havia disposto gradualmente todas as coisas para a realização de suas promessas e o cumprimento do maior de seus mistérios: a encarnação de seu divino Filho.


Por aquele tempo, o imperador Augusto havia emitido um decreto para a realização de um recenseamento no qual todas as pessoas deveriam registrar-se em um lugar determinado, de acordo com suas respectivas províncias, cidades e famílias. O referido decreto foi a ocasião para que se manifestasse ao mundo inteiro que Jesus Cristo era descendente da casa de Davi e da tribo de Judá, pois a todos os membros daquela família foi ordenado que se registrassem em Belém, pequena cidade da tribo de Judá, cerca de dez quilômetros ao sul de Jerusalém, onde estivera a casa de Davi. Até Belém chegaram José e Maria, procedentes de Nazaré, povoação da Galileia situada a noventa quilômetros ao norte de Jerusalém. Séculos antes, o profeta Miqueias havia vaticinado que Belém-Efrata (isto é, casa do pão, a abundante) seria enobrecida pelo nascimento do “regedor de Israel”, ou seja, Cristo. Portanto, Maria e seu esposo José, em obediência às ordens do imperador para os registros do recenseamento, fizeram a longa jornada. Ao chegar a Belém, encontraram que as estalagens e hospedarias estavam lotadas e não era possível encontrar alojamento. Cheios de inquietação, depois de buscar em vão durante longo tempo, refugiaram-se em uma gruta das colinas ao pé das quais se encontra a cidade de Belém, e que era utilizada como estábulo para abrigar o gado. A tradição universalmente admitida afirma que na gruta se encontravam um asno e um boi.[a]


Na véspera do Nascimento de Cristo, por Michael Rieser (1828–1905)
Na véspera do Nascimento de Cristo, por Michael Rieser (1828–1905)

Naquele lugar, chegada a hora do parto, a Virgem Maria trouxe ao mundo seu divino Filho, envolveu-o em faixas e o deitou sobre a palha do presépio.[b] Deus dispôs que Seu Filho, não obstante ter vindo ao mundo na obscuridade da pobreza, fosse imediatamente reconhecido pelos homens e recebesse as primeiras homenagens de sua devoção; porém estes foram os humildes pastores, pois os grandes da terra, os mais sábios entre os judeus e os gentios, os anciãos e os príncipes, os que pareciam estar acima do nível comum da humanidade, foram deixados de lado. Apenas alguns pastores que naquele momento vigiavam os rebanhos junto aos apriscos tiveram o privilégio de ver um anjo que lhes apareceu rodeado por uma luz resplandecente. Num primeiro momento, os pastores ficaram tomados de temor, mas então o anjo lhes falou: “Não temais!”, disse-lhes. “Trago-vos boas novas, que serão motivo de grande alegria para todo o povo. Porque hoje vos nasceu um Salvador, que é Cristo, o Senhor, na cidade de Davi. Eis o sinal que vos dou: encontrareis o recém-nascido envolto em faixas e deitado em um presépio”. Juntamente com o anjo, apareceram no céu multidões de espíritos celestes que louvavam a Deus e diziam: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade!”. Os pastores, maravilhados, disseram entre si: “Vamos a Belém e vejamos esse acontecimento prodigioso que acaba de suceder e que o Senhor nos deu a conhecer”. Foram, pois, apressadamente, e encontraram Maria, José e o Menino deitado no presépio. “E ao vê-Lo, confirmaram tudo o que lhes fora dito a respeito daquele Menino. E todos os que souberam do ocorrido se admiraram do que os pastores contavam (mas Maria guardava todas essas coisas, ponderando-as em seu coração).” Os pastores prestaram homenagem ao Messias como ao rei espiritual dos homens e voltaram aos seus rebanhos, não cessando de louvar e glorificar a Deus.


A mensagem do anjo àqueles pastores era dirigida a nós, a “todas as gentes”. Por essas palavras, somos convidados a adorar nosso Salvador recém-nascido, e seria necessário que nossos corações fossem impenetráveis a todas as coisas do espírito para que não se enchessem de alegria ao considerar a bondade divina e a misericórdia infinita que se manifestam na Encarnação e no advento do Messias prometido. Já a simples ideia e a previsão desse mistério consolaram Adão quando foi expulso do Paraíso; a promessa do advento adoçou a amarga peregrinação de Abraão; encorajou Jacó a não temer nenhum adversário e fortaleceu Moisés para enfrentar todos os perigos e vencer todas as dificuldades, quando libertou os israelitas da escravidão do Egito. Todos os profetas viram o Messias em espírito, assim como Abraão, e todos se alegraram. Se já a esperança deu tanta alegria aos patriarcas, quão maior felicidade não deveria proporcionar-nos a sua realização!

“A carta de um amigo”, diz São Pedro Crisólogo, “é reconfortante, mas sua presença o é muito mais; um título de dívida é útil, mas o pagamento o é em grau muito maior; as flores são belas, mas a beleza de seus frutos as supera. Os antigos Pais receberam as amistosas cartas de Deus, nós gozamos de sua presença; eles tiveram a promessa, nós o cumprimento; eles o título, nós o pagamento. Somente amor nos pede Deus como tributo particular para celebrar este mistério; somente esse pagamento Ele exige em troca de tudo o que fez e sofreu por nós: Filhos!’, nos chama, ‘dai-me o vosso coração!’ Amá-Lo é nossa suprema felicidade e a mais alta dignidade da criatura humana.

Natividade, por Antonio da Correggio (1489–1534)
Natividade, por Antonio da Correggio (1489–1534)

A vida em Cristo é a prática do Evangelho. Desde o momento de nascer, Ele nos ensina, primeiro a praticá-lo e depois a pregá-lo. O presépio foi o seu primeiro púlpito e, desde ali, nos ensinou a curar nossas enfermidades espirituais. Veio entre nós para buscar nossas misérias, nossas pobrezas, nossas humilhações, para reparar a desonra que o nosso orgulho havia infligido a Deus Pai e aplicar um remédio às nossas almas. E, para isso, escolheu uma mãe pobre, um pequeno povoado, um estábulo. Aquele que adornou o mundo e vestiu os lírios do campo com uma majestade maior que a de Salomão, esteve envolto em peles e reclinado em um presépio. Isso foi o que escolheu como sinal de sua identidade. “Que isto vos sirva de sinal”, havia dito o anjo aos pastores, “encontrareis o Menino envolto em panos e reclinado em um presépio”. Em tudo isso há um ensinamento poderoso. “A graça de Deus, nosso Salvador, apareceu a todos os homens para nos instruir”, afirma o apóstolo. A todos os homens, ao rico e ao pobre, ao grande e ao pequeno, a todo aquele que queira compartilhar de Sua graça e de Seu reino, e, para tudo isso, nos deu sua primeira lição de humildade. O que é todo o mistério da Encarnação senão o mais assombroso ato de humildade de um Deus? Para expiar o nosso orgulho, o Filho de Deus despojou-se de sua glória e tomou a forma do homem com todas as suas condições e em todas as suas circunstâncias, exceto no pecado. Quem pode deixar de imaginar que toda a criação se encheu com a glória de Sua presença e estremeceu de júbilo diante d’Ele? Mas nada disso puderam ver os homens. “Não veio”, diz São João Crisóstomo, “para sacudir o mundo com a presença de sua Majestade; não chegou entre relâmpagos e trovões, como no Sinai; mas o fez silenciosamente, sem que ninguém o soubesse”.


No ano 5199 da Criação do mundo, quando Deus, no princípio, fez do nada os céus e a terra; no ano 2957 depois do dilúvio; no ano 2015 do nascimento de Abraão; no ano 1510 desde Moisés e a saída do Egito do povo de Israel; no ano 1032 desde que Davi foi ungido rei; na sexagésima quinta semana, segundo a profecia de Daniel; durante a centésima nonagésima quarta olimpíada; no ano 752 da fundação de Roma; no quadragésimo segundo ano do reinado de Otávio Augusto, quando toda a terra estava em paz, na sexta idade do mundo: Jesus Cristo, Deus eterno e Filho do eterno Pai, com o desejo de consagrar o mundo com a sua vinda, concebido pelo Espírito Santo e, passados nove meses desde a sua concepção, nasceu em Belém de Judá, da Virgem Maria, e se fez homem. Este foi o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a carne.


Adoração dos Pastores, de Luca Giordano (1688)
Adoração dos Pastores, de Luca Giordano (1688)

Dessa forma tão solene e detalhada, o Martirológio Romano, como não o faz para nenhuma outra festa do Ano Cristão, nem mesmo a da Páscoa, anuncia o Natal. Contudo — e isto parece particularmente estranho aos povos saxões de língua inglesa, para os quais o Natal é a maior festa religiosa do ano — esta solenidade não figura entre as que celebrava a Igreja primitiva e, considerada do ponto de vista litúrgico, não apenas fica abaixo da Páscoa, mas também de Pentecostes e da Epifania. A comemoração do nascimento de Nosso Senhor com festa própria não começou senão no século quarto (antes de 336) em Roma, de onde a festividade se estendeu ao Oriente; até então, o Natal era comemorado como complemento secundário da festa da Epifania.1




O Sonho de José, por Daniele Crespi (1598–1630)
O Sonho de José, por Daniele Crespi (1598–1630)

Para explicarmos o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo é necessário antes entendermos como funciona o calendário judaico.


O calendário judaico funciona da seguinte forma: o primeiro mês é o mês de Nisã (Nisan, Nissan – Março / Abril), quando se celebra a Páscoa. O ano novo judaico, porém, ocorre em Tishrei (Setembro / Outubro). Isso acontece porque os judeus se baseiam no movimento lunar para formar o seu calendário, onde a cada lua nova temos um novo mês. Cada ciclo lunar dura aproximadamente 29 dias e 12 horas, e os meses judaicos variam entre 29 e 30 dias, como também ocorre no calendário Gregoriano, que é o que usamos, onde há meses com 28, 29, 30 e 31 dias.


A duração do ano judaico varia entre 353 e 355 dias, ficando geralmente com 354 dias, ou seja, cerca de onze dias a menos. Para compensar esta diferença, de tempos em tempos é acrescido ao calendário judaico um mês inteiro, representado pelo mês de Adar II, que é um mês embolísmico. É por isso que o calendário judaico tem um mês a mais a cada três anos, que é quando a diferença dos onze dias forma cerca de um mês. É preciso um período de 19 anos para “ajustar” o Ano Lunar e o Ano Solar, para que ambos comecem exatamente ao mesmo tempo, sem defasagem.


Neemias 12, 17: essa classe de sacerdotes ficava responsável por servir uma semana no templo duas vezes por ano; então a classe de Abdias servia durante a oitava semana e a trigésima segunda semana no ciclo anual.


No livro de Josef Heinrich Friedlieb, Leben J. Christi des Erlösers, Münster, de 1887, na página 312, o historiador consegue estabelecer que, durante a destruição de Jerusalém, no nono dia do mês judaico de Av, a classe sacerdotal que estava servindo no templo era a de Joiarib. A partir daí, podemos concluir que São Zacarias, que servia na classe de Abias, iria servir durante a segunda semana do mês judaico de Tishri, a semana da Expiação. No nosso calendário, o Dia da Expiação cai entre os dias 22 de setembro e 8 de outubro, como mostra o calendário acima.


Logo após Zacarias servir na sua classe, Zacarias e Isabel conceberam João Batista (leia no artigo sobre seu nascimento). Isso nos leva à conclusão de que São João Batista teria sido concebido por volta do final de setembro, colocando assim o nascimento de João no final de junho do ano posterior, o que confirma a celebração da Natividade de São João Batista em 24 de junho.


Nascimento de São João Batista, por Domenico Ghirlandaio (1448–1494)
Nascimento de São João Batista, por Domenico Ghirlandaio (1448–1494)

Em São Lucas 1, 36, quando o anjo Gabriel fez a anunciação a Nossa Senhora, ele disse que Isabel já estava no sexto mês de gravidez. Então, se João Batista foi concebido em setembro, seis meses depois estaríamos em março. Logo, Nossa Senhora ficou grávida de Jesus em março. Em uma gravidez normal, março é o mês 3; mais 9 meses de gravidez, vamos cair em dezembro.


O protoevangelho de Tiago, do segundo século, refere-se a Zacarias como um sumo sacerdote e o associa com o Dia da Expiação, que desembarca no décimo dia do mês hebreu de Tishrei (aproximadamente o final do nosso setembro, como o calendário acima). Imediatamente após esta entrada ao templo e a mensagem de Gabriel, Zacarias e Isabel conceberam João Batista. Tendo quarenta semanas (nove meses) de gestação, isso coloca o nascimento de João Batista no final de junho e, mais uma vez, confirma a data católica para o nascimento de João Batista em 24 de junho.


João Batista era seis meses mais velho que o nosso Senhor Jesus Cristo (São Lucas 1, 24-27, 36). Se você adicionar seis meses a 24 de junho, quando João nasceu, você tem 24–25 de dezembro como o nascimento de Cristo. Então, se você subtrair nove meses a partir de 25 de dezembro, você tem a Anunciação em 25 de março. Todas as datas coincidem perfeitamente. Assim, pois, se João Batista foi concebido logo após o Dia judaico da Expiação, as datas católicas tradicionais são essencialmente corretas. O nascimento de Cristo seria por volta ou em 25 de dezembro.


Por volta do ano 200 d.C., Tertuliano apresentou um cálculo baseado no dia 14 de Nisã — data da crucificação segundo o Evangelho de São João — que, naquele ano, correspondia ao dia 25 de março no calendário romano solar. Ora, o dia 25 de março é exatamente nove meses antes de 25 de dezembro e, mais tarde, passou a ser celebrado como a Festa da Anunciação, isto é, a comemoração da concepção de Cristo.2 Assim, difundiu-se a crença de que Jesus teria sido concebido e crucificado no mesmo dia do ano e que, decorridos nove meses completos, nasceu em 25 de dezembro.




Saturnália de Antoine Callet
Saturnália de Antoine Callet

A história de que 25 de dezembro foi escolhido para substituir o festival pagão romano da Saturnália é falsa. A Saturnália era uma festa popular do inverno e diz-se que a Igreja Católica prudentemente substituiu o Natal em seu lugar, o que não é verdade, pois na Saturnália comemorava-se o solstício de inverno. No entanto, o solstício de inverno cai em 22 de dezembro. É verdade que as celebrações da Saturnália começavam mais cedo, por volta de 17 de dezembro, e eram prorrogadas até 23 de dezembro. Ainda assim, as datas não coincidem.


Isso sem falar que temos Padres da Igreja alegando 25 de dezembro como o aniversário de Cristo muito antes da conversão de Constantino e do Império Romano, como o Papa São Telésforo (reinou 126–137 d.C), que instituiu a tradição da Missa do Galo na véspera de Natal; temos Teófilo (115–181 d.C), bispo católico de Cesareia, na Palestina, já alegando isso nas Magdeburgenses, Cent. 2, c. 6; Hospinian, De origine Festorum Christianorum.3 Mons. Bux recorda que, segundo o testemunho de Santo Hipólito de Roma, já no séc. III o Natal era celebrado aos 25 de dezembro pelos cristãos da capital do Império.


Santo Hipólito de Roma:


O Primeiro Advento de nosso Senhor na carne ocorreu quando Ele nasceu em Belém, era 25 de dezembro, uma quarta-feira, enquanto Augustus estava em seu quadragésimo segundo ano, que é de cinco mil e quinhentos anos desde Adão. Ele morreu no trigésimo terceiro ano, 25 de março, sexta-feira, no décimo oitavo ano de Tibério César, enquanto Rufus e Roubellion eram cônsules.”4

Santo Agostinho de Hipona também comenta sobre essa crença:


“É crido que Ele foi concebido no dia 25 de março, dia em que também ele sofreu; de modo que o seio da Virgem, no qual ele foi concebido, onde ninguém dos mortais foi gerado, corresponde à nova sepultura na qual Ele foi enterrado, na qual ninguém havia sido posto (Jo 19,41), nem antes nem depois dele. Mas Ele nasceu, segundo a tradição, em 25 de dezembro.”5

Para encerrar este tópico e fortalecer ainda mais a fundamentação histórica do presente artigo, é oportuno recorrer ao testemunho de um estudioso contemporâneo reconhecido no meio acadêmico. Andrew McGowan, reitor e presidente da Berkeley Divinity School da Universidade de Yale, ao analisar criticamente a origem da data do Natal, rejeita a tese simplista segundo a qual o 25 de dezembro teria sido escolhido como mera adaptação de festivais solares pagãos. Segundo ele, as evidências históricas disponíveis apontam precisamente na direção oposta, como se pode ver em sua seguinte afirmação:


Não temos evidências de que os cristãos adotaram festivais pagãos no século III, época em que as datas para o Natal foram estabelecidas. Portanto, parece improvável que a data tenha sido selecionada simplesmente para corresponder aos festivais solares pagãos. Mais significativamente, a primeira menção de uma data para o Natal (c. 200) e as primeiras celebrações que conhecemos (c. 250-300) ocorrem em um período em que os cristãos não emprestaram muito das tradições pagãs de caráter tão óbvio [mas] eram muito preocupados em se distanciarem das observâncias religiosas pagãs públicas mais amplas, como sacrifícios, jogos e festas.6


Referências:


1. Butler, Alban. Vida dos Santos, vol. 4, pp. 606-609.

2. Tertuliano, Adversus Iudaeos, 8.

3. Retirado do documento "Jesus Nasceu no dia 25 de dezembro".

4. Santo Hipólito de Roma, Comentário sobre Daniel 4, 23.

5. Santo Agostinho de Hipona, Sobre a Trindade Livro 4, Cap. 5.

6. Retirado do artigo "How December 25 Became Christmas".


Notas:


a. Essa tradição, que já existia no século quinto, é absolutamente lógica e pode-se até dizer que um versículo de Isaías (I, 3) a sustenta (com certos ajustes, naturalmente), pois diz assim: “O boi conheceu o seu dono e o jumento, o presépio do seu senhor...”.


b. Outra tradição muito antiga e de autenticidade reconhecida diz que a gruta é a que se encontra sob a Basílica da Natividade em Belém. No piso dessa gruta há uma grande estrela de prata com esta inscrição: Hic de Virgine Maria Jesus Christus natus est — “Aqui nasceu Jesus Cristo da Virgem Maria”.



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