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Festa da Visitação da Santíssima Virgem Maria (2 de julho)

  • 2 de jul.
  • 3 min de leitura




A Visitação da Virgem [Maria], por Jean Jouvenet
A Visitação da Virgem [Maria], por Jean Jouvenet

A VISITAÇÃO DA SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA A SANTA ISABEL


Na Anunciação, o arcanjo São Gabriel disse à Mãe de Deus que sua prima Santa Isabel havia concebido e se encontrava no sexto mês da gravidez. Nossa Senhora, sem falar a ninguém da altíssima dignidade a que fora elevada pela Encarnação do Verbo de Deus em seu seio, partiu cheia de júbilo e gratidão para felicitar a mãe do Batista. São Lucas diz: “Maria partiu apressadamente para uma cidade das montanhas de Judá. E, entrando na casa de Zacarias, saudou Isabel.” A Mãe de Deus foi visitar sua prima porque a companhia dos verdadeiros servos de Deus é sempre proveitosa, pois o exemplo de seu silêncio fortalece a vontade e ilumina o entendimento. A viagem da Santíssima Virgem é um exemplo maravilhoso de humildade. Ela, que era a Mãe de Deus e havia sido elevada acima de todas as criaturas, longe de se envaidecer por sua altíssima dignidade, vai visitar humildemente a mãe do servidor de seu Filho; o Redentor digna-se ir até aquele que O havia de preceder em sua carreira mortal. Movida pela caridade, Maria não se deteve diante das dificuldades e perigos da viagem de Nazaré, na Galileia, até o sul das montanhas da Judeia. Ao chegar à casa de Zacarias, entrou e saudou Isabel. Ao ouvir a voz de Maria, Isabel recebeu a plenitude do Espírito Santo pela ação do Filho de sua prima. Imediatamente, o filho que levava em seu ventre foi santificado e estremeceu de alegria. Se Abraão e todos os profetas se alegraram apenas ao prever o dia distante em que o Redentor viria ao mundo, não é de estranhar que João Batista tenha estremecido de gozo no ventre de sua mãe ao encontrá-Lo em presença. Naquele instante mesmo, o filho de Isabel foi purificado do pecado original e cheio da graça santificante. Tornado profeta, adorou o Messias antes mesmo de nascer.


Visitação da Santíssima Virgem Maria a Santa Isabel, por Philippe de Champaigne (1602–1674)
Visitação da Santíssima Virgem Maria a Santa Isabel, por Philippe de Champaigne (1602–1674)

Isabel ficou cheia do Espírito Santo; por sua luz, compreendeu o mistério da Encarnação operado em Maria e a chamou bendita entre as mulheres; sobretudo chamou bendito Aquele por cuja Encarnação Maria havia sido santificada e que era a fonte de todas as graças. Isabel exclamou ainda: “Donde me vem que a Mãe de meu Senhor venha a mim?” Isabel, que era estéril, concebera por um milagre de Deus; mas Maria, que era virgem, concebera pela ação do Espírito Santo. Isabel concebera o maior dos profetas, mas Maria concebera o Filho do Eterno Pai, Deus como Ele. João Batista empregaria expressões semelhantes quando Cristo foi pedir-lhe o batismo. Com a mesma humildade e confusão deveríamos nós receber todas as graças de Deus, especialmente as dos sacramentos. Isabel chamou Maria de Mãe de seu Senhor, ou seja, Mãe de Deus, e afirmou que se cumpririam nela e em seu Filho as predições dos profetas. Maria respondeu a esses louvores com as palavras do “Magnificat”, que constituem a mais perfeita ação de graças pela Encarnação do Filho de Deus e o mais belo testemunho da humildade da Virgem. No “Magnificat”, Maria louva a Deus com todas as potências do seu ser e atribui a Ele toda a glória.


Os franciscanos começaram a celebrar esta festa no século XIII; em 1389 ela foi estendida a toda a Igreja do Ocidente. No Oriente, só a celebram os católicos orientais, os maronitas e os malabares. Sobre a celebração litúrgica, veja-se F. G. Holweck, Calendarium festorum Dei et Dei Matris (1925), pp. 213-214.1



Referências:


1. Butler, Alban. Vida dos Santos, vol. 2, pp. 5-6.



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“O ROSÁRIO
é a ARMA
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- Padre Pio

 

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Enquanto a modéstia não
for colocada
em prática a sociedade vai continuar
a degradar,

a sociedade

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pelasroupas

que veste.

- Papa Pio XII

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A castidade
faz o homem semelhante
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- São Gregório de Nissa

 

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São Domingos

O sofrimento de Jesus na Cruz nos ensina a suportar com paciência
nossas cruzes,

e a meditação sobre Ele é o alimento da alma.

- Santo Afonso MARIA
de Ligório

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